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9 de jul. de 2007
MUITA PAZ PARA NÓS TODOS!!!

8 de jul. de 2007
ALUNA: Elisângela RodriguesPROFESSORA:ESTELA CARVALHO BENEVONUTO
A Maquinaria Escolar: primeira parte
1 – Em que período histórico foi criada a escola, tal como conhecemos hoje em dia? Você tem informações acerca da existência de instituições similares à escola em períodos históricos do passado, tais como Grécia Antiga, China, Revolução Francesa, entre os egípcios, etc.? Pense sobre isso, e escreva o que você sabe acerca da origem da escola, nesse modelo que a conhecemos hoje?
O que conhecemos hoje como escola é uma evolução de academias que desde a Grécia antiga existem. O modelo originário da escola moderna vem da idade media a partir do século XIX, e foi criada pela igreja católica, a academia escolástica era uma espécie de universidade onde eram estudadas disciplinas como religião, filosofia, humanidades, geometria e música. A Escola se tornou um meio de isolar as crianças durante um período de formação tanto moral quanto intelectual, de adestrá-las graças a uma disciplina mais autoritária e, desse modo, separá-las da sociedade dos adultos. O fenômeno foi estudado pela primeira vez, com detalhes, pelo historiador Philipe Ariès, que desenhou um meticuloso quadro desta transformação e indicaram a ligação estreita da ação dos reformadores religiosos dos séculos X-VI e XVII com o afastamento das crianças da comunidade dos adultos. Mas foi somente durante o século XIX que mobilizadores políticos e reformadores sociais conseguiram implantar a concepção de Escola, tal como a conhecemos hoje, impondo a idéia de que a comunidade local, a família e a Igreja eram obstáculos para o que concebiam como progresso político e social. Os ideais de Educação que conhecemos hoje foram divulgados e colocados em prática pelos mesmos mobilizadores políticos responsáveis pela "invenção do cidadão", no século XIX. No Brasil, o marco é a década de 30 deste século, durante o Governo Getúlio Vargas.
Hoje esta intervenção é considerada natural, e a experiência escolar é tratada como qualquer experiência necessária à vida. A Escola exerce, na mentalidade contemporânea, a função genérica de educação.(http://lite.fae.unicamp.br/revista/fam01.htm)
2 – Todas as sociedades criam mecanismos e instituições com a preocupação de ensinar as crianças e jovens um conjunto de questões para a vida. A escola é uma no meio dessas instituições. Olhando a sociedade atual, e pensando também em sociedades passadas que você conhece, procure citar alguns exemplos de instituições ou procedimentos criados para educar as crianças e jovens.
Vivemos hoje numa era de grandes dilemas. Com escreveu R. Carneiro, trata-se de um “Período tipicamente de transição cultural e, onde se amontoam as indefinições, as aparentes perdas de referencial e os problemas de convivência, com a agravante de o sentimento de insegurança ser partilhado à escala da sociedade mundial” (Carneiro, 1998: 9). Alguns exemplos de instituições foram criados na área da educação como, por exemplo: Os Ciclos Escolares, que compreendem períodos de escolarização que ultrapassam as séries anuais, organizados em blocos cuja duração varia, podendo atingir até a totalidade de anos prevista para um determinado nível de ensino. Eles representam uma tentativa de superar a excessiva fragmentação do currículo que decorre do regime seriado durante o processo de escolarização.
Os cursos EAD são propostas inovadoras que possibilitam o acesso à educação de forma muito diferente e ainda pouco conhecida pela sociedade, mas oferecem um ensino de qualidade e inovador.
A expansão do atendimento às crianças de zero a cinco anos, em creches e pré-escolas garantidas as vagas pelos governos federal, estaduais e municipais.
A oferta de educação especial através de instituições especializadas e profissionais capacitados.
1 de jul. de 2007
MEMÓRIA, ESQUECIMENTO, MEMÓRIA COLETIVA E INDIVIDUAL...



Já o esquecimento é uma falha na retenção ou na evocação dos dados da memória. Trata-se de fenômeno muito comum que, em maior ou menos grau, ocorre com qualquer pessoa. Considerando-se a interferência, sabe-se que um novo aprendizado pode interferir com um antigo que lhe guarde alguma semelhança ou que lhe possa ser associado. Assim, a cada nova informação haveria modificação naquelas já sedimentadas. O acúmulo de informações ao longo do tempo faria com que pessoas de mais idade tivessem maior dificuldade em relação à evocação da memória. Não é possível evocar uma informação se ela não foi devidamente arquivada. Para que o ser humano possa reter na memória uma determinada informação, é necessário que sua atenção esteja voltada para isso. Sem atenção, não há qualquer possibilidade de se guardar um fato e sem guardá-lo, não há como recuperá-lo depois.
Memória individual é aquela guardada por um indivíduo e se refere as suas próprias vivências e experiências, mas que contém também aspectos da memória do grupo social onde ele se formou, isto é, onde esse indivíduo foi socializado. Há também aquilo que denominamos de memória coletiva que é aquela formada pelos fatos e aspectos julgados relevantes e que são guardados como memória oficial da sociedade mais ampla. Ela geralmente se expressa naquilo que chamamos de lugares da memória que são os monumentos, hinos oficiais, quadros e obras literárias e artísticas que expressam a versão consolidada de um passado coletivo de uma dada sociedade.
25 de jun. de 2007
TODA A CRIANÇA TEM O DIREITO DE SER CRIANÇA!

19 de jun. de 2007
Reavaliando...

Caminhada
Se eu puder caminhar observando a amplidão do horizonte...Não terei pressa, andarei mesmo assim com passos largos...Terei a minha frente o infinito e poderei construir minha passagem...Se eu vejo a amplidão, me vejo sem limites...Não existirá em meu trajeto obstáculos intransponíveis...Mas preciso da amplidão como espelho...Na verdade não quero o fim da caminhada, não quero um objetivo a minha frente como uma marca de chegada...Quero a trilha e dela sentir sede de conquista-la para todo o sempre...Se levantar os olhos e ver esta amplidão...Estarei trilhando...
Passo a passo...
Estarei a caminho...E com um horizonte tão imenso a minha frente, nãoterei retornos, não vou questionar o que passou...Apenas irei...Se eu olhar para o lado e você estiver lá...Estarei sorrindo, e certa de que emoções vividas não são vãs...Te oferecerei a minha mão e poderemos ir juntos...Passo a passo...Em frente, com o mundo todo se abrindo a cada movimento e sem nunca querer chegar ao fim....Você não é perfeito...Não gosto de perfeição, mas o que existe em você, o que sinto...O que "vejo" faz com que eu deseje olhar a amplidão,e queira caminhar em sua direção..." Autor Desconhecido
http://www.mensagensangels.com.br/caminhada.htm
16 de jun. de 2007
A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS


A todo momento somos levados a fazer escolhas e nestas crescemos e nos desenvolvemos em todos os aspectos. Recentemente no curso PEAD tivemos uma atividade na disciplina de Alfabetização em que estudamos o processo do conhecimento. Não há erros, e sim fases em que nos encontramos sempre em busca dos objetivos, o "erro" não é erro e sim ensaio de um processo para alcançarmos o conhecimento. Na vida tudo funciona desta forma, sempre aprendemos e nos preparamos para a etapa seguinte na evolução de nossa alma. Quero compartilhar com vocês uma música e um momento de minha vida em que estou muito feliz e consciente em meu caminho. Muitas pedras a retirar, muitas flores a colher, muito tenho que levantar mas muitas estrelas vejo, muitos amigos encontro, alguns caminham comigo, outros seguem rumos diferentes, alguns ajudo a levantar, me levantam também e assim vamos todos nos encontrando mas acima de tudo evoluindo à medida que seguimos em frente. As vezes é necessário voltarmos atrás para escolher nova estrada, outras vezes temos de parar, descançar um pouco, recarregarmos nossas energias, porém sempre na estrada, sempre vivos, sempre em frente com a meta traçada em nossa mente. Nesta postagem quero homenagear alguém que está mudando o rumo de sua caminhada, pegando outra estrada para vir ao meu encontro. Quero receber este alguém com uma postura segura e firme para que este possa querer caminhar ao meu lado e juntos alcançarmos nossas metas, com alegria e paz!8 de jun. de 2007
Tal mãe tal filha!
Ditado velho......Mas sempre atual. Nesta foto, sou eu e minha filha mais velha de 14 anos a qual fiz um comentário em uma das aulas presenciais. Está na adolecência e não preciso dizer aqui o que isto significa por que todos nós de uma maneira ou de outra tem pelo menos uma noção. Quero fazer esta homenagem a ela por acreditar na educação e amor que toda a vida transmiti e pelo orgulho que sinto em tê-la. Observo que ela é dona de uma personalidade muito forte e de uma autonomia assustadora, tenho consciência que é o que eu sempre desejei que ela fosse. Tal mãe, tal filha!Aproveitando o ensejo , a prova estava dentro das expectativas e agora só resta fazer a última de alfabetização e psicologia, no mais estão todas realizadas e sem maiores dificuldades.
1 de jun. de 2007
Atualizando!!!
24 de mai. de 2007
UM DIA DE AULA DA PROFESSORA EGOGILDA!
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA 1-A
Aluna: Elisângela, Denise e Tatiana Gomes.
Professora: Juliana Brandão Machado
Atividade: Trilha psicanalítica_ atividade 6
UM DIA DE AULA DA PROFESSORA EGOGILDA.
A professora se aproxima da sala de aula, pois acaba de soar o sinal. As crianças estão em fila, meninas para um lado e meninos para o outro, não podem estar na mesma fila, pois meninos e meninas jamais ficam pertinhos um do outro, vai que começam a despertar pensamentos impróprios. O bom de fazer filas separando-os por sexo é que isso os impede de ter imaginações.
Alguns meninos estão brigando, o ID sempre aprontando, não consegue ficar na fila sem arrumar problemas, mas, as crianças o adoram. Foi eleito o representante da turma e uma das razões é o fato de que ele está sempre fazendo as reivindicações para o diretor, o Sr.Supereg. Brigam o tempo todo e a professora Egogilda sempre tendo que interferir. Esta sim é uma prô legal, sensata concilia tudo e todos, os outros professores estão sempre a chamando para ajudar a resolver as questões de indisciplinas. O ID estava brigando por causa do lugar na fila que ser sempre o primeiro. A professora Egogilda tomou a decisão de que ninguém mais na turma dela fará fila para o que quer que seja todos entrarão e sairão dos lugares na hora que se sentirem prontos.
A professora abriu então a porta e as crianças entraram claro que o menino ID saiu correndo e conseguiu entrar primeiro, derrubando tudo o que encontrou pela frente. Ela foi obrigada neste caso chamar o Senhor Diretor Supereg que prontamente veio, passou um sermão no garoto e o colocou de castigo, tal foi à confusão que o menino , por alguns instantes se arrepende, sentiu-se envergonhado, pois, todos o olhavam com ar de repressão.
Logo neste dia, todas estas confusões, e logo no início da aula, realmente não era um bom momento, pois a professora estava cheia de problemas, contas a pagar, e salário que não havia entrado na conta. Não deu outra, encheu o quadro e colocou todos a copiar incessantemente, ela não mostrou os dentes neste dia, ainda bem, pois não eram o que podemos chamar de “sorriso de propaganda de creme dental”. Ganhava muito pouco e a realidade era dura para a professorinha Egogilda, não sobrava dinheiro para ir ao dentista.
Estava tentando se acalmar quando uma aluninha começou a chorar. A menina Idinéia diz que está com saudades da mãe e para completar ficou sem o lápis de tanto colocá-lo na boca, acabou por mordê-lo todo. Conversou com a menina sobre a importância de ela estar aí para aprender e ser “alguém na vida”. Aproveitou para chamar a atenção do Anildo que estava entrando na sala, havia ido ao banheiro sem pedir licença, dizendo que não deu tempo, pois estava muito apertado, doido para fazer xixi. Este menino é teimoso, nunca ouve a professora Egogilda, sempre querendo impor seus impulsos e exige que os colegas façam suas atividades. Um dia desses o Diretor o flagrou exigindo que uma coleguinha trouxesse a merenda para ele.
Deu uma olhada rápida pela sala de aula e não encontrou o garotinho Falíbio e a Fali, os colegas disseram que eles estavam no banheiro. Foi dar uma espiada e os pegou literalmente com as calças na mão. Falíbio disse que Fali é que queria ver seu “pintinho”. Ela está com algumas dificuldades em casa, ta dizendo que não gosta da mamãe e que só o papai é que é legal, está sempre com ele e prefere que o papai lhe traga e lhe busque na escola. ID aproveitou, saiu do castigo e derrubou os materiais da professora Egogilda, sem querer.
Por que todos os alunos não são como Lotêncio? Calmos, obedientes e esforçados? Pensa Egogilda no seu limite da paciência. Este sim é um menino exemplar, diz ela aos aluninhos, todos deveriam ser como ele.
Nesta turminha há todo o tipo de comportamento extremos, coitadinha da professorinha. Se vocês vissem o Genito, compreenderiam sua falta de paciência. É um menino completamente confuso, está querendo namorar, briga todo o tempo, é agressivo, tem horas que quer a mãe, horas que é dominador e em outras extremamente alheio a tudo, parece que nem na sala está. Irrita-se com facilidade com tudo e com nada, parece ter maturidade e às vezes representa ser o mais imaturo dos alunos.
Genito não está relacionando-se bem em casa com os pais e desconta nos colegas e na professora Egogilda suas angústias, diz que os adultos não o compreendem e agride os colegas por que está com raiva. Ela até que tentou conversar com ele, mas este demonstrou nem lembrar o porquê estava irritado. É um menino que não participa das brincadeiras e atividades propostas pela professora, fala que os colegas só riem dele. Não se abre e não fala sobre o que lhe angustia.
Com toda esta diversidade de comportamentos e personalidades, não resta a menor dúvida de como a professora Egogilda de vê conduzir seus alunos em suas descobertas e desenvolvimento dos conhecimentos.
Ela observa e parte do que cada um sabe a respeito dos conteúdos, valorizando a bagagem cultural que cada um traz em si. Egogilda tem conhecimentos sobre a psicanálise e os aplica em sala de aula para obter êxito em seu trabalho. Ama o que faz e está sempre estudando para fazer o melhor que pode. O dia de aula chega ao fim e ela se despede dos alunos. Dá um beijinho no ID, na Idinéia, Genito, Lotêncio, Anildo, Falíbio, Fali e todos os outros. Ao passarem no corredor encontraram o Diretor Supereg que não perdeu a oportunidade de reclamar por que eles não estavam em fila.
22 de mai. de 2007
Meus alunos!
17 de mai. de 2007
APRESENTAÇÃO DA MINHA ESCOLA
30 de abr. de 2007
LINK DE ADOÇÃO

21 de abr. de 2007

Luka
Composição: Luka/Rick
Tire um pouco o peso das minhas costasFalta pouco tempo pra eu ir emborae eu nem sei se vou voltarTrilhe seu caminho faça suas apostasMas não me deixe aqui sozinha sem respostasQue eu nem sei onde encontrarEu sou apenas uma criança indefesaVocê parece uma caixinha de surpresasSe for assim meu bem, adeusNão to te pedindo prá ficarNão vou te encher de promessasEu te quero bem, mas no amor eu tenho pressaVá se acostumando com a minha ausênciaFaça logo as pazes com a sua consciênciaE veja se você errouTrilhe seu caminho faça suas apostasMas não me deixe aqui buscando as respostasQue você nunca encontrouEu sou apenas uma criança indefesaVocê parece uma caixinha de surpresasSe for assim meu bem, adeusNão to te pedindo prá ficarNão vou te encher de promessasEu te quero bem, mas no amor eu tenho pressaNão to te pedindo pra ficarNão vou te encher de promessasEu te quero bem, mas no amor eu tenho pressaEu sou apenas uma criança indefesaVocê parece uma caixinha de surpresasSe for assim meu bem, adeusNão to te pedindo prá ficarNão vou te encher de promessasEu te quero bem, mas no amor eu tenho pressaNão to te pedindo pra ficarNão te encher de promessasEu te quero bem, mas no amor eu tenho pressaEu te quero bem, mas no amor eu tenho pressa
4 de abr. de 2007
SEGUNDO SEMESTRE!...

. Quem sou? fiz esta reflexão e quero compartilhar com vocês meus amigos e colegas.
Sou mulher, mãe, professora, estudante da UFRGS, companheira namorada, amiga, sogra, manicure, pedicure e tudo o que a vida me exigir e minhas filhas precisarem que eu seja...e...nas horas vagas sou eu...Elisângela.
Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas, também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amada, mas, também já fui rejeitada, fui amada e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara" muitas vezes!Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um Sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial! Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO CURTA para ser insignificante".
E estou mais segura neste início do segundo semestre, afinal, superamos as primeiras barreiras da tecnologia, agora é levar o curso para um caminho mais específico e dentro da teoria pedagógica da educação. Estou à disposição dos novos colegas para dar-lhes este suporte e a confiança de que tudo podemos aprender, que nosso maior desafiu é agente mesmo.
10 de jan. de 2007
6 de jan. de 2007
ECS 11
Aluna: Elisângela Rodrigues Garcia
Professora: Vera Corazza
Disciplina: Escola Cultura e Sociedade, Uma Abordagem Sociocultural e Antropológica
Atividade:ECS 11
A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Até os dias de hoje muito tem se mexido sobre o planejamento educacional, mas a educação continua a ter as mesmas características impostas em todos os países do mundo, que é de manter o “status quo” para aqueles que freqüentam bancos escolares.
Tamanho fracasso educacional se aplica pela atitude das classes dominantes brasileiras para com o nosso povo.
Alguns educadores alienados, envoltos nas névoas da sua pedagogia pervertida, estão dispostos a firmar que o fracasso escolar da criança pobre se deve a deficiências que ela traz de casa. A escola não teria nada a ver com isso. Os professores enfrentariam, neste caso, uma situação carencial insuportável, em conseqüência da qual a maioria da população brasileira seria ineducável.
A criança popular urbana, que vive em condições precárias, nas favelas ou nos bairros pobres da periferia, como em tantas outras regiões do Brasil, é essencialmente diferente da criança afortunada que vive nas áreas ricas. O pequeno favelado, comendo pouco e mal, cresce raquítico. Ás vezes é até prejudicado por malformação, se a fome ocorre muito cedo ou se demasiada. Sua fala também é peculiar e atravessada, aos ouvidos da professora. Toda a sua inteligência está voltada para a luta pela sobrevivência autônoma, em esforço nos quais alcança uma eficácia incomparável. A criança afortunada se desenvolve bem fisicamente, fala a língua da escola, é ágil no uso do lápis e na interpretação de símbolos gráficos e chega à escola altamente estimulada pelos pais, através de toda espécie de prêmios e gratificações, para aprender rapidamente. Uma e outra têm incapacidades específicas: o favelado, para competir: o afortunado, para sobreviver solto na cidade. Ocorre, porém, que todos vão à escola e ali competem; mas o menino rico não tem, jamais, de lutar pelo sustento, nem de cuidar dos irmãos, e raramente cai na delinqüência. Nessas circunstâncias, um desempenho natural e inevitável é valorizado e premiado pela escola; o outro é severamente punido.
Frente a esses fatos, precisamos começar a reconhecer e proclamar que temos uma escola primária não só seletiva, mas elitista. Com efeito, ela recebe as crianças populares massivamente, mas, tratando-as como se fossem iguais às oriundas dos setores privilegiados, assim as peneira e exclui da escola.
É preciso, portanto, examinar os problemas da educação do ponto de vista não de uma estatística social, que não existe senão por abstração, mas de uma sociedade em movimento.
“É deste ponto de vista sociológico que se vê a posição atual do problema dos fins da educação, ele que nos fez encarar a educação como uma adaptação ao meio social”. (Nazare)
27 de dez. de 2006
ESC 10 POSTAGEM FINAL

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Aluna: Elisângela Rodrigues Garcia.
Disciplina: Escola Cultura E Sociedade.
Atividade: Esc 10 Postagem Final.
Professora: Vera Corazza.
A pergunta é: _Por que, tendo consciência do papel frente ao desafio de educar nos prostramos de forma estagnada , quando muito, cumprindo objetivos decididos por especialistas afastados da realidade cotidiana da vida em sala de aula?
Se a escola faz parte de um contesto social, é resultado da ação humana, o que estamos fazendo enquanto educadores, e que escola queremos formar neste contexto social?
Pra respondermos esta questão, necessário é encararmos os problemas e a realidade que deve ser modificada, de frente, sem receio, com coragem e autonomia para a transformação.
TRANSFORMAÇÃO... A prática sendo exercida guiada pela teoria, representa a materialização do conhecimento.
Nós professores devemos conhecer a realidade de nossos educandos, ter como diretriz, em nosso trabalho, o reconhecimento das emoções, sejam elas qual forem, nos mostra o caminho que devemos seguir. Paulo Freire diz: “Que não há pratica docente verdadeira que não seja ela mesma um ensaio estético e ético.” A este pensamento devemos nos agarrar para obtermos o equilíbrio em nossa prática docente.
São visíveis em nosso campo de trabalho, todos os espaços que ai está representando a sociedade. Esta na hora de reconhecê-los e propiciarmos as mudanças. Enquanto ignorarmos o que devemos fazer e o quanto sabemos desta realidade social, jamais seremos educadores sujeitos de mudanças na história.
Construirmos a nossa wikistórias ser professora/professor, é muito mais do que observar e analisar a realidade devemos permitir a vivência de situações estimulantes e encorajadoras que definem o caráter da ação e o comprometimento de uma escola com a função de transformadora social.
Projetos que permitem uma melhor qualidade de vida a toda a pessoa indistintamente é o caminho objetivo que a escola possui para a ação e transformação.
Neste contesto esta a formação do docente, sempre incompleta e inacabada, encontrando resistências na escola, comunidade e em nós mesmos, quando decidimos e optamos por enfrentar os desafios. E nesta prática diária e contínua vamos formando a nossa wikistória.
Esta atividade me fez avaliar e reavaliar minha prática docente. Até que ponto estou contribuindo para as transformações necessárias para uma escola que seja atuante em uma sociedade crítica e atuante na formação da sua própria escola. O meu eu/professora e minha formação docente projetados para as transformações e ações críticas e orientadoras no processo destas transformações. Vejo-me atuante e comprometida com estes projetos que vão formando e transformando as nossas histórias.
10 de dez. de 2006
ESC 10 /PARTICIPAÇÃO INICIAL

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Disciplina: Escola Cultura e Sociedade.
Aluna: Elisângela Rodrigues Garcia.
Atividade: ESC 10-Texto Inicial
Professora: Vera Corazza.
SER PROFESSOR/SER PROFESSORA
Tivemos a oportunidade de ler Paulo Freire http://www.paulofreire.org/Biblioteca/joselina.htm , refletir sobre o papel da educação e sua capacidade de intervenção e transformação da sociedade.
A educação como fim de intervir, como prática da libertação. Indivíduos analfabetos são alienados à libertação. Não possuem uma visão crítica da sociedade, sendo assim não possuem a prática de intervir.
Paulo Freire nos da às diretrizes da educação quando defende que “A educação em seu conteúdo”, seus programas e seus métodos necessitam estar adaptada ao fim que per cegue , permitindo ao homem chegar a ser sujeito, construir-se como pessoa, transformar o mundo, estabelecer com outros homens relação de reciprocidade, fazer a cultura e a história.
Estudando os textos percebi com emoção que sou professora preocupada e agente da práxis ação-reflexão.
Quando “meus” alunos me questionam o como fazer isso ou aquilo, conduzo-os a descobrir como eles pensam ser a forma, partindo do que eles sabem , buscam novos conhecimentos, escolhem caminhos, responsabilizam-se pelos objetivos alcançados, tornam-se agentes sujeitos do ser, enquanto indivíduos transformadores e críticos.
Enquanto estudo, as atividades e textos propostos por este curso de PEAD, descobru-me enquanto professora que sou em uma relação horizontal entre educador-aluno busco suportes e ferramentas que institucionalizam sujeito-sujeito na prática educativa e na relação homem-mundo.
Através da teoria que busco, vou construindo minha identidade enquanto professor, tendo consciência das deficiências na educação tornando-me acinte das mudanças necessárias criando e recriando novas modalidades de ver, de ser, de agir no micro e no macro contexto social.
A pergunta é: _Por que, tendo consciência do papel frente ao desafio de educar nos prostramos de forma estagnada , quando muito, cumprindo objetivos decididos por especialistas afastados da realidade cotidiana da vida em sala de aula?
Esta postura passa aos educandos a idéia de que “não há mais jeito, não é possível haver mudanças porque somos incapazes de mudar e transformar a realidade”.
Ninguém, portanto faz algo que possa mudar essa visão que, frustra e decepciona.
Nem o professor, nem o aluno vêem a escola como ativa na ação cociente crítica e transformadora.
Acredito que muitos professores querem transformar a prática educativa com a finalidade de intervir para a libertação, mas muitas vezes falta-lhe a resposta de “o que fazer e como fazer?” não tem a compreensão teórica para então, preparados, colocar em prática a teoria como objeto transformador,
Como falar e agir em liberdade nas salas de aulas, quando a própria escola esta cheia de grades e cadeados, aonde o ir e vir no espaço em que deveria constituir o ser livre, não permite ultrapassar as barreiras físicas e intelectuais.
Este será nosso maior desafio primeiro, na caminhada que estamos iniciando em busca da nossa formação acadêmica. Ultrapassar não basta necessário é, abrir caminhos.
3 de dez. de 2006
Unidade de Estudo 6 - Atividade 11.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
DISCIPLINA: Escola, Projeto Pedagógico E Currículo
ALUNA: Elisângela Rodrigues Garcia.
PROFESSORA: Maria Martha Dalpiaz.
ATIVIDADE: Unidade de Estudo 6_ Atividade 11.
FILME: Escola de rock.Com Jack black.
a) Qual é o tipo de escola retratado no filme? Se trata de umaescola particular, "com umnome a zelar", sistema de ensino tradicional, comcódigos de conduta severo e retrógrado com os professores e os alunos.
b) O que fez o professor para ensinar? Motivou as crianças, elevando a auto extima e valorizando as personalidades e o que sabiam não super enfatizando o que ainda não haviam aprendido. Fazendo-os sentirem-se integrantes de umgrupocom objetivos maiores e importantes na sociedade. Cada criança, individualmentemostrando e construindo o caminho da aprendizagem, no que identificam-se com paixão. Despertou talentos existentes e escondidos nascrianças, através da confiança mútua.
c) O que mostra que os alunos estão aprendendo? Os alunos demonstram estar aprendendo quando interessam-se pelas atividades, entusiasmam-se pelos conteúdos com a autyo extima elevada. Buscam o conhecimento por caminhos que conhecem e trilham novos. Desenvolvendo-se emtodos os aspectos, demonstrando conhecimentos nos conteúdos estudados, tendo atitude diante dos desafios com confiança emsi mesmoseno professor.
d) Todos os alunos aprendem do mesmo jeito? Não.De forma alguma. Alguns tem facilidade na aprendizagem, outros tem suas dificuldades que precisam ser superadas mediante a confiança em si e no professor.
Obtive algumas conclusões estudando o livro de Janete Terezinha de Aquino Goulart- APRENDIZAGEM E NÃO- APRENDIZAGEM.As crianças têm algumas inibições por possuírem limitações normais em relação às funções do EU (Sexual, Alimentar, Locomoção, Trabalho). Estas limitações não são necessariamente patológicas. Estas inibições representam uma redução da função ou de uma nova operação. Algumas destas tornam-se evidentes diante de alguma determinada atividade. Com isso o EU renuncia a certas funções a fim de não produzir um novo recalcamento. Também pode acontecer que o fato de superar a dificuldade traga êxito ao Eu, o Super Eu rejeita para não criar um conflito, pois, já aceitou a sua limitação. É na medida em que a criança consegue estabelecer um laço transferêncial afetivo com o professor, que ela poderá mediante a crença que é capaz de superar as dificuldades, aceitar o ideal de EU e propor-se a aprender.
e) Todos os alunos podem ser tratados da mesma maneira?
Não, são indivíduos únicos com personalidades diferentes e rítimos de aprendizagem diferentes também. Entende-se que o sucesso da aprendizagem tem muito a ver com a exploração dos talentos de cada um e que a aprendizagem centrada nas possibilidades e não nas dificuldades dos alunos é uma abordagem efetiva.
f) Como lidar com as diferenças? A proposta de se ensinar a turma toda, independentemente das diferenças de cada um dos alunos, implica a passagem de um ensino transmissivo para uma pedagogia ativa, dialógica, interativa, conexional, que se contrapõe a toda e qualquer visão individualizada, hierárquica do saber. Para se ensinar a turma toda temos de propor atividades abertas, diversificadas, isto é, atividades que possam ser abordadas por diferentes níveis de compreensão e de desempenho dos alunos e em que não se destaquem os que sabem mais ou os que sabem menos, pois tudo o que essas atividades propõem pode ser disposto, segundo as possibilidades e interesses dos alunos que optaram por desenvolvê-las. Debates, pesquisas, registros escritos, falados, observação; vivências são processos pedagógicos indicados para realizar essas atividades, além, evidentemente, dos conteúdos das disciplinas, que vão sendo chamados espontaneamente a esclarecer os assuntos em estudo.





