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7 de ago de 2007

Estudando a história da educação, vendo e revendo meu papel enquanto educadora...


Dizem que triste é o povo que precisa de heróis. Ouso dizer: triste é o povo que não enxerga que, além dos heróis domésticos, - pai e mãe – dão-nos as mãos uma legião de super-heróis por muitos anos de nossas vidas : os professores.

Nada de chorarmos porque tristes personagens chacotam a figura do professor. Se quisermos que a Educação seja respeitada, andemos de cabeça erguida, motivados, aptos a manter acesa a chama do amor que essas crianças nos dedicam quando ingressam na escola, e se na adolescência, por motivos coerentes ou não, parte deles renega nossa importância em suas vidas, é porque não estão maduros o suficiente para vivenciar e testemunhar que a vitória deles começou por nossas mãos.

Alguém já disse que se a fonte é boa, a água nasce cristalina. Acreditamos, com tanta certeza como a de que o sol se levanta, que nossos educandos podem ser água cristalina porque beberam, bebem e, se Deus quiser, continuarão a beber por muito tempo, na fonte da Escola e também porque temos a justa certeza de que os elos entre essa água e o final da sede de educação, de bons modos, de dignidade, de esperança somos nós, seus professores.




Prof ª Luciléa Lema –
professora da 4ª série do Ensino Fundamental – Instituto Pio XI