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23 de set de 2008

PARAÍSO!




Tenho sido negligente quanto as postagens de minhas reflexões e desenvolvimento da aprendizagem neste portfólio. Também tenho uma explicação mesmo que não seja uma justificativa. Se observarmos todas as atividades de todas as interdisciplinas deste semestre tem um caráter de análise e reflexão. Então, tenho feito nas atividades “a mesma coisa” que devo postar aqui. Apesar de não estar postando semanalmente, vim preocupando-me pelo fato que postagens semanais também são critério avaliativo. Penso... Penso... E não consigo escrever algo que seja diferente das minhas análises e comentários feito nas minhas atividades postadas no rooda, posto que neste semestre conscientizei-me que até agora estava postando aqui cópias de meus comentários das atividades das interdisciplinas. Quero fazer diferente então e ainda não encontrei o “fio da meada”. Não quero correr o risco do tal do copia e cola ou falar, falar e nada dizer. Mas, vamos em frente e com certeza encontrarei uma característica original para minhas postagens aqui. Por hora quero deixar uma mensagem que define bem esta nova modalidade de ensino. No PEAD UFRGS estamos exercitando e construindo uma forma muito original de adquirir conhecimentos, fazendo a diferença, unindo teoria e prática, ação e reflexão imediata em nossa profissão de educadores. Como disse nosso querido professor Silvestre “o ensino à distância esta revelando novos conceitos, antes desconhecidos de construção dos conhecimentos”. Nesta teia virtual entre professores, tutores, alunos e instituição de ensino, têm muito mais integração e união, que alunos em uma sala de aula tradicional.
“A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o purgatório (em hebraico, chamado Guehinom) e o paraíso (GanEden).
Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já virá. Estavam todos sentados numa grande mesa. Sobre ela, se viam iguarias, comidas das mais deliciosas que se possa imaginar, com a prataria e a louça mais maravilhosa que jamais se vira. Não entendendo porque sofriam tanto, o rabino prestou mais atenção e viu que seus cotovelos estavam invertidos, de tal forma que não podiam dobrar os braços e levar aquelas delícias às suas bocas.
O rabino foi levado ao paraíso, onde se ouvia deliciosas gargalhadas e onde reinava um clima de festa. Porém, ao observar, para sua surpresa, encontrou o mesmo ambiente: todos sentados à mesma mesa que vira no purgatório, contendo as mesmas iguarias, as mesmas louças e os mesmos cotovelos invertidos. Mas ali havia um detalhe muito especial: cada um levava a comida à boca do outro”.
É assim que defino este curso, um ajuda o outro e beneficiamo-nos nesta ajuda crescendo e evoluindo todos juntos.