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13 de ago de 2012

Curso de Extensão em Economia Solidária promovido pelo Curso Superior de Psicologia da Faculdade IENH.

Relatório de Participação no Curso de Extensão em Economia Solidária promovido pelo Curso Superior de Psicologia da Faculdade IENH.

Ocorreu nos dias 09 e 10 de agosto, na Faculdade IENH, o Curso de Extensão em Economia Solidária, Saúde Mental e Educação: Interfaces Emancipatórias. 
Promovido pelo Curso de Psicologia, em Parceria com a Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo – Secretaria de Administ
ração e Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo – SEDETUR.
Fomos recepcionados e a abertura foi realizada pelo Vice-Diretor de Ensino Superior e Educação Profissional – Cezar Miguel Monteiro da Silva e pelo Coordenador do Evento – Paulo Marques. O Diretor Geral da IENH – Seno Leonhardt esteve presente no evento.
O Arquiteto, Doutor em Planejamento Urbano pela Universidade de São Paulo e Mestre em Planejamento Energético pela COPPE/ UFRJ – Gonçalo Dias Guimarães palestrou sobre a Economia Solidária no Brasil: história, desafios e perspectivas.
Segundo Gonçalo, hoje é preciso refletir que não somos mais parceiros da pobreza e sim a quinta economia do mundo. “Essa palestra foi o ponto de alicerce para a reflexão, como estamos e o que é possível mudar”, destacou ele.
Ele coloca que alguns movimentos sociais com relação à economia solidária se deu espontaneamente após a ditadura. Nos 80 vivenciamos a fase mais difícil no Brasil, bem como a mais criativa: falência econômica, hiperinflação, e mais de 50% de desemprego. Saímos da década de 70 como a 8ª economia do mundo perpassando pela ditadura militar. Aí veio um processo democrático muito forte, início das diretas já e culminando com a nova Constituição Brasileira. Discutia-se tudo, surgindo às constituições de grupos, conquistas e movimentos. Chamou-nos a atenção para a concentração da renda no Brasil onde poucos detêm o lucro e muitos trabalham para estes poucos enriquecerem. Neste sentido, o modo econômico o qual temos hoje no Brasil, necessita da pobreza para se manter. Economia solidária (modelo de cooperativas) é o caminho para a descentralização das riquezas e a renda retornar para o trabalhador que tem o controle daquilo que produz. No sentido de que país rico é país sem informalidades, onde os trabalhadores não ofereçam a sua mão de obra, mas, o seu produto.
Discutiram-se as políticas públicas e o cooperativismo como recurso para a inserção social, reestruturação dos indivíduos inclusive nos usuários da saúde mental. Em uma concepção de que somos o coletivo, a importância da educação na formação de indivíduos sociais atuantes, protagonistas nos tempos e espaços em que vive.
Com Dr. Cláudio discutimos “A Economia Solidária e Educação”:
• A criatividade instigada pelas carências;
• Trabalho como processo produtivo e de construção de valores;
• Gerência do próprio trabalho;
• Pedagogia da autogestão;
• Sentidos emancipatórios;
• Recuperação de valores;
• Trabalho é alegria;
• Capacidade inventiva;
• Arte como alegria de viver;
• Muda o mundo quem é visionário, sonhar com os olhos abertos;
• Em um mercado capitalista, economia solidária é produzir para este mercado.


 É preciso quebrar a dominação do capital e a economia solidária é essencialmente um ato pedagógico e a educação é estruturante através da PEDAGOGIA DA AUTOGESTÃO.

Uma concepção filosófica do trabalho é o trabalho como atividade humana onde todos os dias cria-se novas relações com o trabalho e com as pessoas, em um espaço educativo conscientes dos valores: o trabalho como alegria de viver.
O objetivo do curso foi proporcionar aos profissionais dos serviços públicos, estudantes e pesquisadores, os conhecimentos pressupostos sobre esta temática que teve um crescimento significativo nos últimos anos.

4 comentários:

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

Hi, guantanamera121212

Anônimo disse...

не факт

Elisângela Martins Rodrigues disse...

Olá, sr. anônimo, gostaria que traduzisse para o português os comentários. Obrigada.