Total de visualizações de página

3 de dez de 2006

Unidade de Estudo 6 - Atividade 11.



UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

DISCIPLINA: Escola, Projeto Pedagógico E Currículo

ALUNA: Elisângela Rodrigues Garcia.

PROFESSORA: Maria Martha Dalpiaz.

ATIVIDADE: Unidade de Estudo 6_ Atividade 11.

FILME: Escola de rock.Com Jack black.


a) Qual é o tipo de escola retratado no filme? Se trata de umaescola particular, "com umnome a zelar", sistema de ensino tradicional, comcódigos de conduta severo e retrógrado com os professores e os alunos.

b) O que fez o professor para ensinar? Motivou as crianças, elevando a auto extima e valorizando as personalidades e o que sabiam não super enfatizando o que ainda não haviam aprendido. Fazendo-os sentirem-se integrantes de umgrupocom objetivos maiores e importantes na sociedade. Cada criança, individualmentemostrando e construindo o caminho da aprendizagem, no que identificam-se com paixão. Despertou talentos existentes e escondidos nascrianças, através da confiança mútua.

c) O que mostra que os alunos estão aprendendo? Os alunos demonstram estar aprendendo quando interessam-se pelas atividades, entusiasmam-se pelos conteúdos com a autyo extima elevada. Buscam o conhecimento por caminhos que conhecem e trilham novos. Desenvolvendo-se emtodos os aspectos, demonstrando conhecimentos nos conteúdos estudados, tendo atitude diante dos desafios com confiança emsi mesmoseno professor.

d) Todos os alunos aprendem do mesmo jeito? Não.De forma alguma. Alguns tem facilidade na aprendizagem, outros tem suas dificuldades que precisam ser superadas mediante a confiança em si e no professor.

Obtive algumas conclusões estudando o livro de Janete Terezinha de Aquino Goulart- APRENDIZAGEM E NÃO- APRENDIZAGEM.As crianças têm algumas inibições por possuírem limitações normais em relação às funções do EU (Sexual, Alimentar, Locomoção, Trabalho). Estas limitações não são necessariamente patológicas. Estas inibições representam uma redução da função ou de uma nova operação. Algumas destas tornam-se evidentes diante de alguma determinada atividade. Com isso o EU renuncia a certas funções a fim de não produzir um novo recalcamento. Também pode acontecer que o fato de superar a dificuldade traga êxito ao Eu, o Super Eu rejeita para não criar um conflito, pois, já aceitou a sua limitação. É na medida em que a criança consegue estabelecer um laço transferêncial afetivo com o professor, que ela poderá mediante a crença que é capaz de superar as dificuldades, aceitar o ideal de EU e propor-se a aprender.
e) Todos os alunos podem ser tratados da mesma maneira?

Não, são indivíduos únicos com personalidades diferentes e rítimos de aprendizagem diferentes também. Entende-se que o sucesso da aprendizagem tem muito a ver com a exploração dos talentos de cada um e que a aprendizagem centrada nas possibilidades e não nas dificuldades dos alunos é uma abordagem efetiva.
f) Como lidar com as diferenças? A proposta de se ensinar a turma toda, independentemente das diferenças de cada um dos alunos, implica a passagem de um ensino transmissivo para uma pedagogia ativa, dialógica, interativa, conexional, que se contrapõe a toda e qualquer visão individualizada, hierárquica do saber. Para se ensinar a turma toda temos de propor atividades abertas, diversificadas, isto é, atividades que possam ser abordadas por diferentes níveis de compreensão e de desempenho dos alunos e em que não se destaquem os que sabem mais ou os que sabem menos, pois tudo o que essas atividades propõem pode ser disposto, segundo as possibilidades e interesses dos alunos que optaram por desenvolvê-las. Debates, pesquisas, registros escritos, falados, observação; vivências são processos pedagógicos indicados para realizar essas atividades, além, evidentemente, dos conteúdos das disciplinas, que vão sendo chamados espontaneamente a esclarecer os assuntos em estudo.