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23 de out de 2007

INVENTÁRIO DE APRENDIZAGEM DA INTERCISCIPLINA DE TEATRO E EDUCAÇÃO








UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

INVENTÁRIO DE APRENDIZAGEM

DISCIPLINA: TEATRO E EDUCAÇÃO A



ALUNA: ELISÂNGELA RODRIGUES GARCIA.


Os exercícios da nossa primeira aula presencial da interdisciplina de artes foram interessantes e prazerosos resgatando em nós professores atitudes e sentimentos que nos fazem bem e que podem ser associados à sala de aula. Fizeram-nos lembrar o quanto somos responsáveis em tornar nossas aulas mais criativas e interessantes sem deixarmos de exercer a nossa função de transmitir conhecimentos. Este processo pode-se dar em um ambiente acolhedor e alegre. Fizemos os seguintes exercícios (copiei-os do fórum da interdisciplina) com o sentimento de vermos a necessidade que nossos alunos possuem de aprenderem sentindo-se bem e integrado com os demais colegas e professores.
"1. Apresentação: foi pedido a cada um que pensasse em uma palavra que inicie com a 1ª letra do seu nome. Podia ser qualquer palavra que não fosse outro nome próprio. Cada um disse o nome, depois à palavra procurando expressa-la também com o corpo.
2) Diferentes formas de deslocar-se caminhando através da mudança de apoio do pé no chão (calcanhar, ponta do pé, borda externa, borda interna); mudança de direção na caminhada; parada total; parada total propondo uma forma corporal especifica (estátua).
3) Esculpir o corpo do colega criando uma estátua
4) Criar de uma figura simétrica em conjunto: um de cada vez se coloca tentando compor a partir daquilo que já foi proposto pelos colegas do grupo que o antecederam.
5) Fotos de um álbum de família: cada grupo (de + - seis pessoas) criou cinco fotos que tiveram como temática um álbum de família
6) Cada grupo apresentou através de 03 fotos um acontecimento que teve duração máxima de 2 minutos. As fotos deveriam representar o início do acontecimento, o meio e o fim."

Tendo estudado os textos propostos e por vir trabalhando com projetos de teatro na escola em que exerço minha função, inicio aqui meu inventário de aprendizagem.
Sabia que o teatro na escola possui várias abordagens, mas nunca havia pensado que veio sofrendo diferentes formas de ser abordado com o processo de transformação da educação.
No início foi usado como instrumento de transmissão de conhecimentos de diferentes conteúdos e mais tarde como disciplina em si.
Representar em cena ou qualquer outro campo do fazer teatro desenvolve nos alunos uma série de potencialidades muito além da desinibição como muitos ainda acreditam. Ao representar um personagem e uma idéia o aluno constrói sua própria forma de ver o mundo e ainda tem a possibilidade de reconstruí-lo.
Algumas formas que são usadas para abordar o teatro nas escolas são citadas entre elas o Método Dramático que é usado para assimilação de aprendizagens, relacionado ao faz de conta infantil. Outro método é o Teatro Criativo transmitindo a idéia de teatro como disciplina e que deve ser considerada no currículo escolar sendo abordado com o uso da improvisação, criatividade e livre-expressão. O teatro é abordado também como forma de expressão, tendo como recurso a dança como movimento espontâneo da criança e evoluindo para o teatro criativo. É apresentado como forma de espetáculo, assistido por uma platéia valorizando o trabalho dos artistas. Os jogos dramáticos desenvolvem no campo da subjetividade a relação do indivíduo com seu imaginário e as formas de expressar-se. Jogos teatrais são usados como recursos de integração com a platéia tornando o espetáculo interessante para quem apresenta e quem assiste.
E, faço minhas as palavras de Ana Carolina Muller Fuchs quando diz que "a utilização de uma das formas de abordagem teatral não exclui as outras, se faz necessário ter claros os objetivos que se pretende alcançar e os caminhos para atingi-los". Deve-se levar em consideração as necessidades e desejos de todos os envolvidos para fazer do teatro um recurso pedagógico riquíssimo para a aprendizagem de diferentes disciplinas.
A finalidade das aulas de teatro é que seja reconhecido como matéria de currículo tendo o conhecimento que contribui para a formação do indivíduo, matéria que tem formação em si mesma e não ser usada como instrumento de aprendizagem das demais disciplinas. Tendo como conteúdos a representação e comunicação que é o próprio fazer artístico, a investigação e compreensão que desperta para a apreciação e desenvolve o senso critico em relação à arte. Neste aspecto não se avalia se o aluno tem facilidade para representar ou criar artisticamente em sala de aula, mas, desenvolver e criar o teatro com intenção de fazê-lo, por meio das técnicas desenvolvendo e construindo o conhecimento. O teatro desta forma passa a ser um sujeito com uma idéia e com intenção de transmiti-la e outro que assimila esta idéia transmitida por meio de códigos representados pelo ator.
Sendo assim o aluno passa a compor opiniões, conhecer e reconhecer o meio em que vive e a posicionar-se diante deste, transmitindo suas idéias enquanto se expressa artisticamente. Por sua vez quem assiste à peça se coloca num ambiente de aceitação de diferentes idéias e concepções de mundo.
Levando-se em consideração que o teatro nas escolas na tríade texto/personagens público baseados na intencionalidade pode se considerar que embora nem todos gostem ou se consideram artistas podem fazer teatro e aulas de teatro na escola é teatro sim.
Descobri que todas as pessoas são capazes de atuar, que ninguém ensina ninguém e que se o ambiente é propício podemos aprender qualquer coisa e se ainda permitirmos o ambiente nos ensinará tudo o que ele tem para nos ensinar, que talento é capacidade de experienciar e que como professora, posso proporcionar, aos meus alunos atividades e experiências que desenvolvam esta capacidade de experienciar, ou seja, talento pode ser desenvolvido.
Para atuar é necessário envolver-se com o ambiente em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Este último só existe no campo da espontaneidade e só acontece quando estamos livres para nos relacionar e nos envolver com o ambiente.
Para adquirir o conhecimento intuitivo é necessário um aprendizado por meio de técnicas teatrais como:
*Jogos: Desenvolvem as técnicas e habilidades pessoais necessárias para o jogo em si pelo próprio ato de jogar, divertindo-se e recebendo toda a estimulação do jogo. Diante dos desafios os jogadores tornam-se ágeis, alertas e prontos e desejosos de novos lances ao responderem aos diversos acontecimentos acidentais simultâneos. O crescimento ocorrerá provocando a espontaneidade liberando a liberdade e a pessoa como um todo desperta físico, intelectual e intuitivamente.
*Sentimos a necessidade durante toda a nossa vida de aprovação em todos os aspectos e com medo de sermos desaprovados tornamo-nos tímidos, construímos uma fortaleza poderosa que nos impede de sairmos de nós mesmos. Enquanto professores devemos nos livrar da linguagem e as atitudes de autoritarismo para que emerja do aluno a personalidade total para um relacionamento livre nos trabalhos de atuação. Pois, “a verdadeira liberdade pessoal e a auto expressão só podem florescer numa atmosfera onde as atitudes permitam igualdade entre o aluno e o professor”,
*O teatro exige do grupo um relacionamento linear e mútuos onde todos trabalham de forma livre, com respeito às individualidades sem hierarquias. As participações em acordo do grupo eliminam todas as tensões e exaustões da competição abrem caminho para a harmonia
*Neste treinamento teatral o papel da platéia deve ser uma parte concreta, o ator não deve se esquecer da platéia da mesma forma que não esquece seu texto, seus endereços de cenas e seus colegas atores. Sem a platéia não há teatro. Ela dá significação ao espetáculo. Quando se compreende o papel da platéia o ator adquire liberdade e relaxamento completo.
*A comunicação é uma técnica importante usada, pois na medida em que muda os estilos teatrais a comunicação é o que torna o teatro aceitável pela platéia. Quando o ator sabe que há muitas maneiras de fazer e dizer uma coisa, as técnicas aparecerão com totalidade.
*A transposição do processo de aprendizagem para a vida se dá quanto o artista cria a realidade no palco, sabendo onde está percebendo e abrindo-se para o mundo fenomenal passando a experimentá-lo pessoalmente. O aluno deve ver e sentir o mundo em que vive fazendo-se parte integrante deste mundo, sentir o chão, ver o céu, sentir o ar e ver as cores. Fazendo-se parte deste todo seu desenvolvimento como ator é acelerado. O mundo fornece o material para o teatro e o crescimento artístico se dá ao passo que reconhecemos o mundo e nós mesmos dentro dele.
*A fiscalização do meio físico é importante termômetro para uma análise e diagnóstico do processo, através do conhecido encontramos caminho para o desconhecido, o intuitivo. Talvez para além do próprio espírito do homem. A fiscalização é um instrumento que o artista capta e expressa o mundo em que é físico. Quando o ator aprende a comunicar-se com a platéia através da linguagem física do palco, seu organismo como um todo é alertado e empresta-se ao trabalho e deixa sua expressão física levá-lo para onde quiser. Para isso o ator deve aprender que a realidade do palco deve ter espaço, textura, profundidade e substância. Isto é realidade física.
Para se obter sucesso no trabalho teatral é necessário ter um sistema, procedimentos nas oficinas que ao mesmo tempo em que norteiam e dão diretrizes sejam livres moldando e regulando o trabalho e remodelando a nós mesmos para capacitar-nos no que isto significa. Para tanto precisamos olhar o sistema com os olhos internos para que o sistema não se torne um sistema.
*Resolver problemas é outra técnica que exercita o aluno-ator a ser capaz de resolver problemas. A solução de problemas exerce a mesma função do jogo ao criar unidade e liberdade de ação e gera grande estimulação mantendo os membros abertos para a experimentação.
Ainda há a técnica do ponto de concentração que torna possível a percepção, ao invés do preconceito e atua como um trampolim para o intuitivo.
A avaliação é um momento para estabelecer um vocabulário objetivo e direto entre todos os membros envolvidos inclusive o professor para que esta tenha um significado.
Através da nossa voz o aluno-ator recebe a instrução que o guia e o faz perceber o meio em que atua, ela o mantém consciente do grupo e de si mesmo dentro dele.
O professor deve estimular a liberação de sentimentos em seus alunos através dos inúmeros exercícios e conhecimentos das técnicas.
O ambiente tanto físico quanto a atmosfera existente nas aulas é de extrema importância para o sucesso no processo teatral que deve ser de prazer e relaxamento.
Devem-se evitar rótulos nas oficinas de atuação, pois esta visa o desenvolvimento de relacionamentos e não de informações, deixar os termos técnicos para mais tarde quando os alunos já tiverem um certo grau de informação.
Nas atividades de teatro que venho ao longo dos anos propondo e exercitando em diferentes séries e turmas de pré ao 3° ano do ensino médio, observo que os alunos vêem o teatro de forma tradicional e confesso que nem eu tinha as informações que obtive nos textos desta interdisciplina.
Apenas os alunos com afinidades e predisposição artísticas participam das atividades propostas pelos professores quando o assunto é o teatro, enquanto que os alunos tímidos e reprimidos têm dificuldades para participar. Eu como professora “respeitando” suas posições, nada fazendo para desenvolver as habilidades com exercícios como os propostos nos textos estudados.
Eu tinha o conceito de que quem não se sentia à vontade para atuar, não conseguiria desempenhar e desenvolver os exercícios que do teatro fazem parte.
Aprendi que qualquer pessoa pode fazer parte das oficinas e através do desenvolvimento das técnicas, evoluir e adquirir a formação e conhecimentos para atuar.
A avaliação que eu fazia era em relação ao desempenho dos alunos na atuação e não em seu desenvolvimento e evolução através de aperfeiçoamento das potencialidades.
Os exercícios que estão na seqüência foram feitos com os alunos antes de ser elaborado e feito este trabalho, portanto podem parecer ultrapassado em relação a tudo o que escrevi aqui, mas estão na integra e quis manter-me fiel a eles.

ATIVIDADE um

Exercício de Fotografia:

OBJETIVOS:

*Desenvolver a capacidade crítica de conceitos básicos de teatro como: espaço, campo de atuação, expressão facial, harmonia dos personagens e senso crítico artístico.
*Expressar-se de forma clara e objetiva transmitindo a idéia, mensagem ou tema desejado. •.

DESENVOLVIMENTO: (alunos de 7ª série)

Em grupos de até cinco componentes os alunos deverão resgatar uma atividade de desenho já existente e realizada por eles em seus cadernos de desenhos.
Após a escolha do desenho, criar uma cena que tenha no máximo um minuto de movimento e quando a professora disser a palavra de comando “foto”, o grupo deve ficar imóvel representando uma fotografia tirada destes em cena.
Enquanto estes estão imóveis por alguns instantes os demais colegas ficam observando e descrevendo o que conseguem perceber quanto às características da fotografia. O que conseguem captar quanto a distribuição no palco, desenvolvimento da idéia que os colegas querem transmitir, estado emocional dos personagens e o que a imagem transmite em si.
Feitas as descrições e obtidas as informações, troca-se de grupo e assim sucessivamente.
Quando todos já tiverem feito o exercício cada um dos alunos vai fazer um desenho de uma das fotografias que mais lhe chamou a atenção. Fazer uma releitura da fotografia representada pelos grupos.
Identificar e fazer um comentário sobre a foto escolhida, o porquê da escolha e a descrição crítica da imagem. •.


ATIVIDADE dois:


Exercício de representação literária:

OBJETIVOS:

*Desenvolver a capacidade de interpretação e representação de imagens construindo a seqüência e a lógica de fatos.
*Promover a interação das crianças com os demais colegas desenvolvendo o respeito mútuo às diferenças de opiniões.

DESENVOLVIMENTO: (crianças de 6 anos, educação infantil)

As crianças distribuídas em números de cinco componentes, deverão livremente escolher uma literatura infantil para “ler” (estão em fase de alfabetização).
Após a “leitura e releitura” dos livrinhos escolhidos, decidir em grupo qual o que será usado para representarem em uma peça de teatro.
Feita a escolha cada grupo deve organizar-se para compor e ensaiar a cena que melhor representará a história escolhida, inclusive comporem o figurino com fantasias existentes na sala de aula e o cenário que irão atuar.
Passado o tempo de organização e ensaio, as crianças em grupo representarão à cena enquanto os demais colegas assistem e posteriormente farão sua representação.
Tendo todos os grupos apresentados, todos discutirão como foi sentirem-se atores e produtores de uma peça de teatro.
Na seqüência fazer um desenho individual da cena que mais lhe pareceu interessante e emocionante.
Expor os desenhos como obras de arte na sala de aula para que sejam observadas por todos.

Na realização do exercício na turma da 7ª série, a atividade foi proposta em breve explanação e com poucas orientações. Os alunos tiveram um tempo bem reduzido para cada etapa para que a intuição e a espontaneidade fossem liberadas.
Foi bastante divertido, realizaram o processo com prazer e alegria, rindo, espontâneos e ativos.
A questão foi na hora do comando dado por mim para “FOTO”, em que eles deveriam ficar estáticos como em uma fotografia. Definitivamente nenhum deles conseguiu ficar parado, são "iperativos" e sem paciência.
Encontrei dificuldade na hora de decidirem a seqüência dos grupos que se apresentariam, pois, têm dificuldades para se exporem frente aos demais. Imagino que tem relação com a tal aprovação/desaprovação citada no texto “A Experiência Criativa”. Eles possuem ainda esta idéia incutida em sua formação de se humano. Os resultados foram satisfatórios, pois, tiveram a oportunidade de despertar a consciência crítica em relação ao que observam e, observar e descrever as imagens de forma imparcial. Colocaram-se na posição de observadores e observados e esta experiência é bastante construtiva.
Ainda tenho muitas dúvidas como, por exemplo: Como desenvolver nos alunos a auto-estima e a confiança em si mesmo? Porém sei o caminho das respostas que sem dúvida nenhuma é a teoria x prática e na humildade de colocar-me como aprendiz conduzindo-os em uma eterna busca do conhecimento.
Quanto ao exercício feito com a turma de primeiro ano do ensino fundamental, minha maior descoberta foi em perceber que mesmo as crianças que não são alfabetizadas possuem capacidade de ler, interpretar e fazerem uma releitura, adaptando para sua realidade o mundo fenomenal.
Agiram em todos os campos do teatro, desde a construção da cena, sem saberem ler e escrever, passando pela direção e organização até a atuação em si e a contextualização das fantasias (figurinos) e cenário.
Receberam a proposta de forma eufórica e divertidíssima, pois haviam estado e assistido a uma peça de teatro na mesma semana, no Teatro do SESI. Mostram-se dispostos, despertos livres e espontâneos. Talvez por serem ainda pequeno e não terem ainda recebido do mundo externo a idéia de aprovação/reprovação.
Não houve nenhuma dificuldade, pois, as crianças menores têm uma maior acessibilidade em desempenhar e desenvolver a criatividade.
Os resultados foram excelentes e muito satisfatórios, os alunos demonstraram interesse.
Em relação aos pequenos, minha dúvida é em como conserva esta liberdade de expressão e pureza de ser e agir na medida em que estes vão crescendo e obtendo todo o tipo de informação, muitas vezes negativa para a auto-estima e autoconfiança. Pois, nesta idade em que se encontram são seguros de si e ainda não sofreram as influências externas.
Comprometo-me em dispor mais dos recursos oferecidos pelo teatro para desenvolver nos alunos aspectos essenciais para a sua formação.
OBS: Este texto foi literalmente escrito por mim descrevendo as informações que ia adquirindo e conhecimentos absorvidos enquanto lia os três textos de leitura obrigatória encontrados na biblioteca do ROODA"Improvisação para o teatro”;“Formas de abordagem dramática na escola”;“Aula de teatro é Teatro?”

3 comentários:

Catia Zílio disse...

Elisângela!
Parabéns! Estás bem adiantada na postagem de teu Inventário! Ele está muito rico, pois estabelece relações com os textos, a aula presencial e tuas propostas com os alunos.
Como o prazo para postagem vai até o dia 28/10 aqui vão algumas orientações para qualificar ainda mais teu trabalho:
* procure fazer referência aos textos lidos identificando as idéias retiradas deles. As citações literais devem estar entre aspas ou em itálico, seguidas da identificação do sobrenome do autor, ano de publicação e página do texto entre parênteses. Quando apresentas a idéia do texto com tuas palavras não é necessário colocar aspas ou itálico, mas é fundamental fazer a referência ao texto colocando o sobrenome do autor e o ano da publicação.
* procure caracterizar mais as turmas com as quais realizaste as propostas, lembre que nós leitores não as conhecemos - quantos alunos, faixas etárias, etc...
* No terceiro parágrafo da parte final do teu texto (quando relatas o desenvolvimento das atividades) acho que a última frase não está clara, penso que há algo errado neste trecho: "são egoístas dos e sem paciência."
Qualquer dúvida entra em contato!
Abraços, Cátia

Elisângela disse...

Referente ao comentário que a Cátia fez no meu bóg na atividade do Inventário da interdisciplina de Teatro,gostaria de agradecer as sujestões , corrigi a frase que citastes e gostaria de dizer que as frases copiadas literais estão entre "aspas". Todo o texto foi escrito por mim enquanto vou descrevendo os conhecimentos que fui adquirindo conforme lia os textos de leitura obrigatórios que encontram-se na biblioteca do Rooda.São estes )"Improvisação para o teatro”;“Formas de abordagem dramática na escola”;“Aula de teatro é Teatro?”

freefun0616 disse...

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